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Qual é a cara da verdade?
Qual é a cara da verdade?

Data: 23/10/2017

Ontem na derrota para a Chapecoense, mais uma, numa triste constatação, a nossa equipe voltou a cometer erros infantis, nunca soube propor o jogo, menos ainda dominou qualquer segmentação da partida, seja em marcação, seja em criação e menos ainda em poder ofensivo.

É certo afirmar que as ausências de Douglas, Sornoza e Henrique Dourado foram muito sentidas.  E nessas ausências fica explícita a triste constatação: hoje não temos banco que nos garanta criação e ofensividade. Somente a conta do chá.

A situação no Campeonato Brasileiro ainda preocupa, é preciso acabar logo com essa tormenta para com os nossos torcedores. Alcançar a pontuação mínima e partir para planejar 2018.

Sem mais.

Na quarta-feira, pela Sul-Americana, o primeiro Fla-Flu valendo pelas quartas de final. Este Observatório do Fluminense torce para que o Fluminense reencontre a sua verdadeira cara.  Aquela que conquistou a Taça Guanabara, aquela que encantou o Brasil pela transpiração e objetividade.

Que os erros que persistem desde 2013 sejam definitivamente extirpados do nosso vocabulário. Chega dos nossos torcedores se sentirem envergonhados por um time que, como ontem, não representa as nossas tradições, a nossa camisa.

Este Observatório do Fluminense continua acreditando no treinador Abel Braga. Sem ele, com certeza não haveríamos chegado até aqui.

Mas é necessário manter o equilíbrio na proposta e no conteúdo apresentados. Sem isso, não chegaremos a lugar algum.

O Observatório do Fluminense, sabendo que “a bola não entra por acaso”, roga para que o planejamento de 2018 já esteja sendo colocado em prática.

 

 

 

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