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O perigo de se contentar com pouco
O perigo de se contentar com pouco

Data: 12/03/2018

O Observatório do Fluminense tem pouco para falar do jogo de ontem. A vitória do Fluminense sobre o penúltimo colocado, o Nova Iguaçu, por 2 a 1, não passou boas sensações aos menos de 3 mil Tricolores presentes.

Por mais que alguém possa se contentar com as classificações para as semifinais da Taça Rio e também do Campeonato Carioca, o nosso atual time não pode ser considerado nem a conta do chá.

E o nosso torcedor sabe disso, é visível o sentimento de divórcio entre a nossa torcida e a atual gestão, principalmente para com a figura do Presidente Pedro Abad. 

O mandatário coleciona pessoas descontentes com a sua forma de gerir e de atuar, basta entrar no clube durante a semana e dar uma volta. A insatisfação é geral.

Não cabe a este Observatório do Fluminense analisar relações humanas, mas sim fotografar o que vem acontecendo. Nas declarações do treinador Abel Braga, o raio X é de uma ponta de descontentamento pela falta de reforços. Falta pouco mais de um mês para o começo do Campeonato Brasileiro e tanto ele quanto o Paulo Autuori sabem que com o atual time, vamos sofrer na luta pela permanência na Série A.

O Fluminense não pode servir de cabide de empregos, pelo menos era essa a tese defendida no início da gestão em dezembro de 2016. Pelo visto, esqueceram rápido demais.

Este Observatório do Fluminense alerta para o fato. Não nos calaremos diante das incongruências que vêm sendo cometidas. O nosso clube não pode servir para ser uma ação entre amigos.

Na quinta-feira jogaremos a partida de volta contra o Avaí, em Florianópolis, pela Copa do Brasil. A vitória simples nos dará o direito à disputa de pênaltis. Vitória por 2 gols de diferença e estaremos classificados.

É bom trazer a classificação, para que pelo menos se ganhem alguns dias de trégua política, desde que os atores políticos não atrapalhem por fora, nem apareçam esqueletos no armário deixados pela gestão Peter Siemsen, da qual o atual Presidente Pedro Abad era Presidente do Conselho Fiscal.

O Observatório do Fluminense, mais do que nunca, observa!

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