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O Fluminense precisa fabricar dinheiro
O Fluminense precisa fabricar dinheiro

Data: 24/04/2018

A vitória sobre o Cruzeiro no último domingo no Maracanã trouxe algo de alento aos nossos torcedores que, ao final da partida, encheram o peito de ar e orgulho para gritar "Time de Guerreiros!”

E realmente foi assim que o time Tricolor se portou no decorrer da partida. Fomos valentes e, dentro das nossas limitações na formação do elenco, jogamos de forma inteligente.

Mas não podemos deixar passar em branco o quesito arbitragem: fomos prejudicados por um árbitro que veio com a missa encomendada. Este Observatório do Fluminense pede aos profissionais da casa destinados aos assuntos relacionados à CBF e à Comissão de Arbitragem que tomem as rédeas do assunto. É inadmissível que se repita o que se viu.

Por outro lado é preciso alertar que a situação financeira do clube está cada vez pior.

E com um adendo: o Presidente Pedro Abad não está apenas bloqueando as opções apresentadas e cozinhando em banho-maria. No fundo, parece seduzido pelo pessoal do cimento que, diga-se de passagem, apoiou a candidatura do ex-Vice-Presidente de Futebol remunerado, Mario Bittencourt, tão responsável quanto o ex-Presidente Peter Siemsen pelo descalabro econômico pelo qual o clube passa.

O Fluminense necessita fabricar dinheiro novo, em quantidade. E isso não está acontecendo. É fato.

Podemos contar nos dedos os feitos da Vice-Presidência Comercial, criada de forma extraordinária há quase 1 ano.

Pouquíssima produção, números irrisórios, um Programa de Sócio Futebol indigno, seja em execução, seja, principalmente, no tratamento dado aos nossos torcedores.

E o Observatório do Fluminense não se omitirá neste momento crucial. Esperamos maiores feitos tanto por parte do Vice-Presidente Comercial, Ronaldo Barcelos, assim como do executivo Lawrence Magrath, que chegou com muita grife, mas que por enquanto pertence (assim como alguns outros profissionais contratados) ao rol de alegorias e adereços.

O Presidente Pedro Abad, cada vez mais monocrático, tem que decidir qual é o Fluminense que realmente deseja: o do futuro ou aquele que se limita aos álbuns de figurinhas.

Cacá Cardoso, Diogo Bueno, Miguel Pachá, Sandor Hagen e Idel Halfen, por suas trajetórias profissionais, curriculares e dentro do clube, têm que ser RESPEITADOS pelo Presidente Pedro Abad.

Da mesma forma que os mentores do Projeto Laranjeiras têm que ser RESPEITADOS. É um belo trabalho que não pode sofrer um boicote por parte de quem tem outros interesses que não sejam os que realmente farão crescer o nosso clube.

Se o Presidente Pedro Abad virar as costas a quem o elegeu e resolver andar de braços dados com os seus adversários na eleição, deixará claro o tipo de personagem que é.

O Fluminense não necessita de guerras internas e sim de gente que o coloque acima de qualquer vaidade política.

O mês está acabando. Não existe dinheiro. O Presidente Pedro Abad diz não às alternativas propostas. O que acontecerá? Talvez a possível venda de dois jogadores expliquem tamanha empáfia.

O Observatório do Fluminense está sendo cirúrgico em suas análises. Jamais omitiremos dos nossos leitores, seguidores e simpatizantes, uma vírgula sequer da realidade do que acontece no clube.

O Observatório do Fluminense sabe que "a bola não entra por acaso!".

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Jose Roberto da Fonseca - 25/04/2018 às 19h12
Ah, tá. Só os amigos deste observatório são bons. O resto é resto.
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