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Uma derrota injusta
Uma derrota injusta

Data: 15/05/2018

O Fluminense certamente jogou ontem contra o Botafogo a sua melhor partida na temporada, com uma forte marcação no meio de campo, triangulações pelas extremidades do campo e rapidez nas transições para o ataque. Com 22 finalizações, o Tricolor mostrou que foi a campo disposto a ganhar a disputa, entretanto esbarrou em dois erros defensivos, iguais aos que se repetem desde 2013: não sabe se marca a bola ou se marca o homem, não marcando ninguém. Resultado: sofremos dois gols bobos, de quase idêntica fatura.

Se no coletivo estivemos bem acima da média, individualmente tanto Gilberto quanto Pedro estiveram brilhantes. Jadson, Sornoza e Ayrton (esse agravamento da contusão poderia ser evitado) foram bons coadjuvantes. Já o sempre esforçado Marcos Junior, a eterna promessa surgida em 2012, mais uma vez não teve a tranquilidade necessária para definir, fundamentos básicos que deveria ter trazido da sua formação nas divisões de base.

Portanto, diante do exposto acima, a nossa torcida tem motivos de sobra para comparecer em grande número no próximo domingo, às 19h, no Maracanã. Vencer o Atlético Paranaense nos permitirá continuar sonhando com voos mais altos.

Por outro lado, cabe a este Observatório do Fluminense cobrar ao Presidente Pedro Abad uma atitude definitiva quanto ao Projeto de Revitalização do Estádio das Laranjeiras. É notório o modus operandi do mandatário, adepto de inúmeras e infindáveis reuniões, de submissão ao seu grupo político e a forma quase sempre monocrática de tomar decisões absurdas, para posteriormente vir com o mesmo discurso de que assume o erro.

Esse projeto para o estádio das Laranjeiras já vem sendo trabalhado há bastante tempo por GENTE HONESTA e SÉRIA, não pode ser deixado de lado por preferências individuais, limitadas e rasas.

É nítido que nem o Presidente Pedro Abad, nem os que lhe servem de amparo, conhecem o real sentido da nossa história, menos ainda do que significa ser gestor.

Este Observatório do Fluminense se assusta com o discurso de parte da base de apoio à gestão de que a implantação do modelo Ernst & Young não cabe no clube por causa do seu custo financeiro, o que não deixa de ser uma aberração e, principalmente, uma grande traição ao discurso feito em campanha.

Por último, deixa este Observatório do Fluminense o seguinte questionamento: a quem não interessa que o Fluminense caminhe em direção ao futuro?

Mesmo que o nosso posicionamento irrite à massa atrasada e amordaçada, o Observatório do Fluminense, que continua apoiando o Vice-Presidente Geral, Cacá Cardoso, o Vice-Presidente de Finanças, Diogo Bueno, o Vice-Presidente de Governança, Sandor Hagen, o Vice-Presidente de Marketing, Idel Halfen, e o Vice-Presidente de Interesses Legais, Miguel Pachá, reafirma o seu compromisso com o Fluminense, com os seus sócios e com a nossa torcida, e se mantém de prontidão, observando na defesa do que seja melhor para o nosso clube e não para os grupos oportunistas de plantão.

 

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