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O que podemos esperar?
O que podemos esperar?

Data: 12/07/2018

Com a definição das duas seleções finalistas da Copa do Mundo, França e Croácia, que decidirão o torneio no próximo domingo, se aproxima a passos gigantescos o recomeço da disputa do Campeonato Brasileiro. E dentro de exatamente sete dias a equipe do Fluminense se dirigirá a São Januário para enfrentar os donos da casa.

Atualmente, o Tricolor ocupa a 12ª posição na classificação da competição, com 14 pontos obtidos em 12 jogos (4v - 2e - 6d) e um saldo de 3 gols negativos. 

No ano passado, ao final da 12ª rodada, o nosso time ocupava a 8ª posição, com 17 pontos obtidos (4v – 5e – 3 d) e 1 gol de saldo.

Depois de enfrentar o Clube de Regatas Vasco da Gama, o Fluminense irá à Recife no domingo posterior para jogar contra o Sport e tão somente no dia 25 de julho se reencontrará com a nossa torcida no Maracanã, contra o difícil time do arquirrival paulista Palmeiras.

Voltando aos números de 2017, no final da 15ª rodada nosso clube ocupava a 9ª posição com 21 pontos, resultado da campanha de 5 vitórias, 6 empates e 4 derrotas. Portanto, se quisermos pelo menos repetir os feitos de então, necessitaríamos vencer dois dos próximos três adversários e arrancar 1 empate na partida restante.

A priori serão três jogos de difícil prognóstico e seria de suma importância pontuar firmemente em todos esses encontros.

Infelizmente, friamente falando, esses são os parâmetros a seguir. Temos de convir que, com relação à equipe do ano anterior, tínhamos jogadores como Richarlison e Wellington Silva, ambos em grande fase, assim como o próprio Gustavo Scarpa, o que nos deixa a certeza de que era um elenco com um peso maior do que o atual.

E este Observatório do Fluminense vê-se obrigado a perguntar neste momento: o que podemos esperar?

Sim... o que podemos esperar, sem o Paulo Autuori, sem o Abel Braga, sem a presença dos zagueiros Luan Peres e Nathan?

Sim... o que podemos esperar das contratações do treinador Marcelo de Oliveira e dos jogadores Digão e Luciano?

É óbvio que todos estaremos na torcida por uma grande campanha de recuperação do nosso Tricolor das Laranjeiras. Mas que fique claro que, apesar dos números acima citados, nas anteriores e na atual classificação, o objetivo deste Observatório do Fluminense não é discutir táticas de sobrevivência, o Fluminense não merece ser imaginado assim.

Temos a obrigação de pensar o nosso clube fora da curva da mesmice e dos discursos que só visam a proteção dos interesses da corrente, minoritária, que é a base real de origem e apoio ao Presidente Pedro Abad. Grupo esse que não conta com nenhuma simpatia de 99,99% dos torcedores e sócios do clube.

O momento exige que impere a democracia. Não devemos admitir um clube dirigido de forma monocrática, com tendências próximas à ditaduras dos pensamentos únicos.

Pensamentos estes que podem ser acusados de cúmplices da conivência com o fracasso e da cegueira que obstrui um caminhar decente para o clube, vislumbrando o futuro adaptado às necessidades dos novos modelos de governança, vide as gestões Peter Siemsen e esses 18 meses de Pedro Abad.

Este Observatório do Fluminense não se calará, sabendo desde já que a tendência é que Pedro Abad e a sua base embrionária tem por costume a terceirização de erros.

Que volte o Brasileirão e que o Fluminense ganhe todas as 26 partidas que faltam para que no começo de dezembro possamos estar todos comemorando e gritando É CAMPEÃO.

Sejam bem-vindos Marcelo de Oliveira, Digão e Luciano! O sucesso de vocês será o sucesso do Fluminense!

O Observatório do Fluminense, que sabe que “a bola não entra por acaso!”, continua observando à espera de dias melhores para o nosso clube.

 

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