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    Carioca, Engenheiro, Tricolor desde sempre, fã incondicional do futebol. Frequenta os estádios desde 1959, aos cinco anos. De Laranjeiras, para o mundo.
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em foco • Por Edgard Nascimento Neto • 29 set 2017
Ler, entender, compreender: eis a questão (por Edgard Nascimento - “Testemunha da história”)

Neste honrado espaço do Observatório do Fluminense, vários temas relativos ao nosso Clube são expostos e debatidos, de uma forma livre, clara e abrangente, bem como os comentários de todos os que visitam nossa página.
 
O direito à crítica é TOTAL, LEGÍTIMO e INDISCUTÍVEL. Todos  podem criticar, é lógico, mas devemos IMPERIOSAMENTE saber LIMITES e definições, do que é ou não é crítica. O que é criticar? É discutir, debater, propor, opinar. Eu mesmo tenho várias.
 
Não concordo, por exemplo, com a ESCALAÇÃO de alguns jogadores. Todo o técnico tem suas teimosias e Abel, certamente, é um deles. Achei, também, um total EQUÍVOCO o modo como se tratou a Primeira Liga, pois é uma competição profissional e, muito embora seu título nada valesse tecnicamente, existia uma boa premiação.
 
Considero ERRADO, igualmente, o NÃO CUMPRIMENTO de promessas. Se algo foi prometido, tem que ser cumprido, caso contrário haverá abalo da credibilidade. Já dizia um antigo ditado: "Nunca prometas o que não puderes cumprir."
 
A aprovação das contas da catastrófica gestão anterior, a meu ver, também foi um ERRO, bem como o inclassificável esquecimento na recente ação trabalhista de um ex-técnico.
 
Aí estão algumas críticas. Existem, lógico, muitas outras.
 
Agora, venhamos e convenhamos:
 
Criticar não é AMALDIÇOAR. Criticar não é TORCER para que o time tome goleada. Criticar não é DESTILAR maldades.
 
Criticar não é esperar que o time ENTREGUE o jogo. Criticar não é AGOURAR a "queda" da equipe. Criticar não é QUERER eliminação.
 
Criticar não é DESEJAR a MORTE de garotos, de pais de família e de profissionais, que HONRARAM nossa Camisa, dentro de suas reais possibilidades.
 
Criticar, SIM, sempre, mas ACHINCALHAR com ataques infames nossa razão clubística, JAMAIS. 
 
Respeito rigorosamente TODAS as críticas aos assuntos inerentes ao nosso Clube. Conforme já pontuei, também tenho as minhas. Os ridículos, mequetrefes e desrespeitosos são aqueles que julgam que um achincalhe desumano seja uma crítica. Para estes, é mais fácil jogar pedras do que PENSAR e REALMENTE debater.
 
Derrotistas, insanos e inconsequentes, sempre irão existir. Sugeri, de modo simples e objetivo, aos que teceram abomináveis comentários desenhados como "críticas", que fossem torcer por outros times. Acho que fiquei sensibilizado - talvez foi isso - com a penúria mental que existe em tais "torcedores", pois não concordo e não encontro palavras para DEFINIR o modo com que tais ilações foram cruelmente expostas.
 
Querer afirmar que todos aqueles insanos achincalhes são críticas, sinceramente, é um ACINTE aos verdadeiros Tricolores.
 
Utopia é pensar que o Fluminense irá vencer TODOS os seus jogos, "ad aeternum", de goleada e sem tomar gol. Utopia é eu comparecer - quem dera! - a todas as partidas. Utopia é pensar que em TODOS os anos, teremos jogadoraços em TODAS as posições. Utopia, também, é pensar que as críticas nunca existirão.
 
Antes que algum pascácio míope limpe sua baba preguiçosa - será mesmo preguiçosa? -, devo afirmar que todos os Tricolores, no meu entender, são iguais. É pura IDIOTICE, de quem for, afirmar que eu seja "mais" Tricolor ou "menos" Tricolor do que outrem. Isso não existe. Considero-os todos, eu mesmo incluído, rigorosamente IDÊNTICOS. Da mais tenra criança ao mais ilustre benemérito, em sua íntegra essência, TODOS são Tricolores igualitariamente.
 
Aos "videntes dos teclados", que pensam que eu "provavelmente" acho o atual time bom - como se algum dia eu dissesse isso - para receber alguma vantagem, digo simplesmente que não pertenço a esse grupo denominado Flusócio e nem a feudos RETRÓGRADOS existentes no Clube. Não sou Conselheiro - os quais conheço alguns - e nem possuo, nunca tive e nem pretendo ter cargo algum dentro do Fluminense.
 
Aos "bananas em celofane", às "hienas" sequiosas de crise, às "azêmolas", aos inconformados com a suposta perda de possíveis cargos em ex-futuras gestões, aos teleguiados, adestrados e assemelhados, dedico-lhes a minha serena indiferença. É dificílimo acreditar que todo esse pessoal seja verdadeiramente Tricolor.
 
Logo no início do ano, faço a quitação de todos os meus compromissos associativos com o Clube, efetuando o pagamento total, antecipadamente, do exercício vigente. Enquanto puder, assim o farei. Respeito igualmente quem é e quem não é sócio.
 
Nunca fui, não sou e nem serei um "torcedor de gestão". Desejo boa sorte aos que comandam os destinos do nosso Clube, enviando-lhes meus pensamentos positivos, para que os erros sejam eliminados e os acertos aprimorados.
 
Sou torcedor do Fluminense Football Club!
 
Leram? Entenderam? Compreenderam?
 
Acho que nem é preciso desenhar, pois as carapuças estão no ar.
 
Saudações Tricolores.
 
TOQUE SUTIL: de um amigo Tricolor, citando o escritor Millôr Fernandes
 
"Se você agir com dignidade, pode não melhorar o mundo, mas uma coisa é certa: haverá na Terra um canalha a menos."

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JORGE GONÇALVES - 02/10/2017 às 12h26
É fácil analisar o time do Fluminense. Só dois jogadores poderiam ser titulares de times como Corinthians, Grêmio e Flamengo: Cavalieri e Dourado. Como também é fácil mostrar o erro principal da diretoria: com time tão fraco (garotos e dois estrangeiros que precisariam de tempo para adaptação) deveria ter como meta a manutenção na série A e disputar as outras competições com um time de juniores. Conclusões: 1) não ganhamos nada e temos um time desacreditado; 2) o planejamento que deveria ter começado no inicio da temporada será feito no fim. .
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Edgard - 03/10/2017 às 00h12
Amigo Jorge, obrigado pelo comentário.
Após a catastrófica gestão anterior, o Clube está numa fase de reconstrução. Todos nós queremos um time Campeão. Concordo que diante das dificuldades, o objetivo principal é manter-se na Primeira Divisão.
Também temos que levar em consideração, que além do time ser inexperiente, o alto número de contusões foi um fator de desequilíbrio.
Abraços. ST.
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