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em foco • Por Heleno Sotelino • 25 out 2017
Não é um Fla-Flu qualquer (por Heleno Sotelino - “Renovação e Oxigenação”)

Teremos hoje, pela sétima vez no ano, mais uma edição do clássico dos clássicos.

Fluminense e o clube de remo fazem hoje o primeiro jogo pelas quartas de final da Copa Sul-Americana.

Claro que o jogo se reveste de grande importância, não só por sua mística, mas por ser uma partida de caráter eliminatório de uma competição internacional e que pode vir a qualificar o campeão com uma tão esperada vaga na Libertadores 2018, além, claro, da bela premiação em dinheiro àqueles que avançam de fase e até chegar ao título, quando haverá uma recompensa milionária para a equipe vencedora do certame.

Com a volta garantida do equatoriano Sornoza, por certo não estaremos repetindo a escalação com três volantes, fazendo com o que o time retorne à pegada demonstrada contra Avaí e contra o São Paulo, com melhoras sensíveis no poder de criação da equipe no sentido de municiar o ataque e, principalmente, o artilheiro do Brasil, o ceifador Henrique Dourado.

A inclusão de Richard na lista dos inscritos para a Copa faz com que saibamos que o meio de campo terá um poder de marcação mais sólido e que, seja Douglas ou Wendel seu companheiro, fatalmente teremos uma boa saída de bola.

A defesa, por muitas vezes preocupação constante, deverá ter calma e tranquilidade para superar o ataque do adversário, tendo um cuidado principal com as laterais do campo, eis que a exploração desse setor pelos jogadores do inimigo é uma arma constante deles e que tem que ser neutralizada pelo esquema montado pelo nosso técnico.

Uma das coisas que nos anima para esse confronto é que em vários jogos realizados neste ano, encaramos o clube rival de igual para igual, jogando sem medo e até mesmo com domínio em alguns jogos, com o detalhe de que por mais de uma vez tomamos gols no fim e em condições duvidosas.

Na verdade, a vitória em Fla-Flus está por um fio e, temos certeza, na Sula sairemos classificados mais uma vez.

Não quero saber se o outro lado terá o centroavante peruano ou não. Não quero saber se terão desfalques. 

Quero saber do Fluminense.

Quero saber apenas do Fluminense.

Com o árbitro de outro país, já vislumbramos que não deverá haver determinadas aberrações que nos acostumamos a ver quando o jogo é contra o antipático clube da Lagoa.

E vamos ainda lembrar que em 2017 conquistamos a Taça Guanabara exatamente em cima deles. E vamos fazer da Taça Guanabara um espelho para que nossos jogadores e nossa torcida confiem no poderio deste time e que se unam no campo e na arquibancada para que possamos sair do Maracanã cantando alegres e felizes com a vitória.

E que Nelson Rodrigues compareça ao Maracanã, acompanhado do Gravatinha, para ver mais uma vitória do seu Fluminense e viver mais essa alegria de conquistar uma classificação em cima de nosso maior rival.

E vamos prá cima, Fluzão!

Quero gritar campeão!

Não, não é um Fla-Flu qualquer.

É um Fla-Flu internacional.

Aliás, Fla-Flu nunca é um qualquer.   

O Fla-Flu é único.

Dá-lhe, Fluzão! Vencer ou vencer!

Até a vitória, tricolores.

IU RÁ RÉ!

 

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