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    Nelson Ferreira tem 29 anos, é empresário do ramo de entretenimento, faz parte do elenco fixo do Hangout do Explosão Tricolor, amante do futebol e todos os dias dá graças a Deus por ter nascido tricolor.
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em foco • Por Nelson Ferreira • 21 nov 2017
Pensar como time grande (por Nelson Ferreira – “No boteco do Nelsinho”)

Ontem o Fluminense terminou seu ano, com a vitória sobre a Ponte Preta. O time das Laranjeiras garantiu sua permanência na série A em 2018.

Um ano cheio de problemas, sejam financeiros, sejam de saúde (lesões) e, principalmente, os velhos problemas de sempre, como a falta de ambição.

Existem duas situações: ser campeão e querer ser campeão.

Para ser campeão o Fluminense precisa mudar sua mentalidade e sua postura, a falta de dinheiro não pode impedir a falta de criatividade e ambição.

Exemplo claro disso é o Botafogo, sem grana, quase fechando as portas, brigando pela Libertadores (pode chegar ainda), não possui uma base com imagem de produtora como Xerém, mas tem gente na gerência do futebol que ENTENDE de futebol. Antonio Lopes, que para muitos ultrapassado, consegue fazer um belo trabalho de garimpo no Botafogo.

Temos outro exemplo no Corinthians, que montou um time sucateado com uma mescla de base forte e jogadores que eram renegados em seus clubes como Jô, Gabriel e Jadson. Porém, o time jogou de maneira sincronizada, a pressão em cima da diretoria era forte amigos, até impedimento chegaram a votar, mas uma pequena parte do torcedor via que aquele presidente queria mudar e reduzindo gastos poderia fazer o Corinthians mudar de patamar para os próximos anos e, mesmo com toda pressão da fiel, os caras foram campeões paulistas e brasileiros.

Lembrando que o Corinthians deve muito, inclusive o seu estádio, porém tiveram criatividade para montar um time campeão.

Aonde eu quero chegar com isso? Simples: falta alguns dirigentes acreditarem que tem como chegar.

Um time que tem Cavalieri, Scarpa, Sornoza, Dourado (em ótima fase) e algumas surpresas como Matheus Alessandro e Richard, já possui uma espinha dorsal para o ano de 2018, dentro disso temos que aplicar a filosofia de time campeão, o futebol é jogado dentro das quatro linhas e se tivéssemos organização dentro e fora de campo NUNCA seriamos eliminados para o Flamengo vencendo de 3 a 1 e NUNCA disputaríamos para não cair.

Mas os jogadores se acomodaram, porque dirigentes como Torres e Marcelo Teixeira também se acomodaram (a meu ver) e o Abel que também errou diversas vezes, tem muitos pontos ao seu favor, segurou uma bronca, botou a cara até para o torcedor de organizada e ainda perdeu seu filho. Sou pai e não quero sentir a dor que ele sentiu e peço sempre ao nosso criador que meus dois filhos me enterrem.

Para ser campeão precisamos de mais Abel.

Para ser campeão temos de ter vontade de ser campeão.

Esse é o meu desejo para 2018.

Um Fluminense com mentalidade de campeão.

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