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    Nelson Ferreira tem 29 anos, é empresário do ramo de entretenimento, faz parte do elenco fixo do Hangout do Explosão Tricolor, amante do futebol e todos os dias dá graças a Deus por ter nascido tricolor.
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em foco • Por Nelson Ferreira • 30 nov 2017
Sim, nós podemos! (por Nelson Ferreira - “No boteco do Nelsinho”)

Fim de ano chegando, porém, para o torcedor Tricolor, nada de alegrias, apenas o pensamento no próximo ano.

O Fluminense que começou a temporada a todo vapor, acaba tropeçando em suas próprias pernas e devido ao alto número de lesões, problemas extracampo, falta de experiência e também de empenho de alguns atletas, o que culminou no ano ridículo que tivemos.

Entretanto, temos que pensar para frente, analisar o ano como um todo e refletir.

Os campeões tanto da Libertadores, quanto do Brasileiro, tiveram problemas financeiros, montaram times modestos, porém, se portaram como equipes, times que tiveram empenho, se dedicaram e, mesmo na má fase, conseguiram manter o ritmo e a pegada.

A experiência contou e ajudou muito esses dois clubes, que souberam BLINDAR DE VERDADE o departamento de futebol e, principalmente, se utilizaram da OUSADIA.

Ousadia essa que falta no Fluminense, e não estou falando de torrar milhões que não temos, mas ter a criatividade e, principalmente, ousar querer ser alguma coisa dentro de um campeonato além de ser um mero coadjuvante. Largar a figura do “tá difícil” e vestir o uniforme do "Sim, nós podemos!".

Antes de falar da base, temos que analisar algumas situações.

O Arthur do Grêmio e o nosso Wendel subiram juntos. O gremista começou bem, assim como o jogador Tricolor, mas a estrutura e a preparação psicológica que o Arthur teve na base e, principalmente, no Grêmio fizeram com que ele chegasse à Seleção.

Já o Wendel reduziu o seu futebol e, pelo visto, chegará ao PSG.

Um foi campeão da Libertadores. Já o outro nem ajudar a segurar um placar de 3 a 1 nas quartas de finais da Sul-Americana, contra o arquirrival, conseguiu.

Ao Presidente Abad eu faço um encarecido pedido: decida quem será o gestor do futebol, apague com uma borracha algumas filosofias que não deram certo e vamos montar um time bom mesmo com pouca grana.

A princípio, a torcida poderá chiar com os nomes, mas quando ver 11 VERDADEIROS guerreiros atuando em campo e tendo empenho, o Sr. pode ter certeza que ganhará apoio.

Precisamos ser um ponto fora da curva no Rio. Orejuela e Wendel caíram de produção absurdamente. Se foi extracampo não sei, mas é estranho. Em contrapartida, Léo Moura, Bruno Rodrigo, Cortês, dentre outros renegados contratados pelo clube de Porto Alegre, jogaram em alto nível.

Por que será?

Lembrando que esse problema de queda de rendimento de jogadores aconteceu em todos os times do Rio de Janeiro.

Planejar sempre se torna imprescindível, preciso e sem um futebol que convença fica difícil colocar qualquer plano de ação em prática.

Domingo será mais um dia perigoso para nos Tricolores, pode ser que vejamos os três rivais na Libertadores e nós, se jogarmos como fizemos contra o Sport, correremos o risco de ficar até mesmo fora da Sul-Americana.

Lembrando amigos que sequer citei o caso da Chapecoense que ainda tem chances de ir para a Libertadores depois de ter que remontar um elenco inteiro, resultante da tragédia acontecida há exatamente 1 ano.

Presidente Abad:

Nós podemos!!! Basta você acreditar e colocar as peças certas nos lugares certos dentro do tabuleiro.

Saudações tricolores

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Fernando Moraes - 30/11/2017 às 18h58
Não dá para negar que o numero absurdo de lesões (Sornoza, Scarpa, Luis Fernando, Richard, Calazans, Marquinhos, Gun duas vezes, Pierre, Wellington, Douglas, Henrique, Reginaldo... ) mais vendas de Richarlison e a quase de Wellington (que voltou mal), implodiu qualquer possibilidade de manter algum padrão, já que toda a hora tinha que recomeçar tudo. Ainda assim acho que Abel teve uma certa falta de vontade ou de capacidade de corrigir erros individuais recorrentes do time, por mais caótico que tenha sido o rodízio de jogadores. Acho que lá no início do ano ele comprou, junto a diretoria, o fato de que o Flu apenas brigaria para não cair esse ano. E se acomodou à medida que as dificuldades, que não foram poucas, surgiram. Se por um lado sobrou força de caráter, por outro faltou força de vontade para acreditar que um time jovem poderia se cobrado sim para executar um futebol mais coletivo ao invés de apostar apenas no talento específico de cada um, como fez o Botafogo quando assumiu o Jair. Mas este tinha uma vantagem, conhecia há muito mais tempo o elenco e os jogadores da base, assim como a estrutura do clube, além de que ninguém esperava e nem cobrava absolutamente nada
do Botafogo naquele momento.
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