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    Edgard Nascimento Neto
    Carioca, Engenheiro, Tricolor desde sempre, fã incondicional do futebol. Frequenta os estádios desde 1959, aos cinco anos. De Laranjeiras, para o mundo.
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em foco • Por Edgard Nascimento Neto • 23 mar 2018
MEMÓRIA TRICOLOR: Félix, cinquenta anos da estreia de uma lenda (por Edgard Nascimento - “Testemunha da história”)
MEMÓRIA TRICOLOR: Félix, cinquenta anos da estreia de uma lenda  (por Edgard Nascimento  -  “Testemunha da história”)

Neste 24 de março, há cinquenta anos, estreava na meta Tricolor, um dos maiores goleiros de todos os tempos: Félix Mielli Venerando, o  nosso inesquecível Félix.
 
Vindo das terras paulistas, chegou às Laranjeiras em um momento de reformulação e ajustes, na equipe que era comandada por Telê Santana. Félix chegou e logo assumiu a titularidade, reforçando nosso plantel, que também contava com o excelente Jorge Vitório, arqueiro da melhor qualidade.
 
Naquele ano de 1968, os remadores alvinegros, campeões no ano anterior, continuavam ainda com o melhor time dentre todos que disputavam o Campeonato Carioca, bisando a conquista em decisão frente aos remadores da colina.
 
Para acompanharmos a estreia de Félix, pelo Carioca, fomos para a arquibancada, sentando atrás do gol à esquerda das tribunas, nosso tradicional lado no antigo Maracanã. Era um domingo. Aproveitamos a promoção feita em alguns jogos pela Adeg, administradora do estádio à época, contemplando os estudantes com entrada livre.
 
O jogo era justamente contra o time alvinegro, favorito absoluto. Realmente, foi um bombardeio poucas vezes visto à nossa meta, mas Félix com uma boa atuação, evitou nossa derrota. O empate em 1 a 1 foi conseguido graças ao gol de Sérgio Américo, o Serginho, nosso promissor meia, um canhoto de dezoito anos.
 
Ele acertou um forte chute de fora da área, no ângulo direito da meta contrária. A tradicional bola Drible "número 5", em sua viagem reta rumo às redes, parecia que vinha em nossa direção, e em frações de segundo estufava a cordoalha contrária, gerando um grito de gol inesquecível. Altair, Denílson e Samarone também foram destaques.
 
Félix, em praticamente dez anos no nosso Clube, conquistou vários títulos Cariocas, Taças Guanabara e um Brasileiro, dentre outros, além de nos representar com a titularidade no título mundial no México, em 1970.
 
Obrigado, Félix, eterno Campeão.
 
TOQUE SUTIL
 
Atualmente, Félix joga no time das estrelas do Criador.

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