HOME|EM FOCO|Edgard Nascimento Neto|Memória Tricolor: Andjel, o artilheiro em Juiz de Fora (por Edgard Nascimento - "Testemunha da história")
  • Edgard Nascimento Neto
    Edgard Nascimento Neto
    Carioca, Engenheiro, Tricolor desde sempre, fã incondicional do futebol. Frequenta os estádios desde 1959, aos cinco anos. De Laranjeiras, para o mundo.
Ver mais colunas
Distribuidora de Produtos Alimentícios e DescartáveisDistribuidora de Produtos Alimentícios e DescartáveisDistribuidora de Produtos Alimentícios e Descartáveis
em foco • Por Edgard Nascimento Neto • 05 out 2018
Memória Tricolor: Andjel, o artilheiro em Juiz de Fora (por Edgard Nascimento - "Testemunha da história")
Memória Tricolor: Andjel, o artilheiro em Juiz de Fora  (por Edgard Nascimento - "Testemunha da história")

Em 2001, em um sábado, 6 de outubro, o Fluminense enfrentou os remadores de General Severiano, pelo Campeonato Brasileiro. O jogo fora marcado para Juiz de Fora, no Estádio Municipal, o Helenão.

Toda a rodada da competição estava marcada para o sábado, pois a Seleção Brasileira jogaria no domingo, pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2002. O meu bate-e-volta ao Rio era perfeitamente viável, pois o início da partida seria às 16 horas.

Consegui chegar com alguma antecedência, com tempo de sobra para comprar o ingresso e saborear com calma o "tropeirinho", uma versão em quantidade reduzida do famoso prato da culinária mineira, que é o "tropeirão", o clássico feijão tropeiro bem incrementado.

Havia bom público. Oswaldo de Oliveira, o técnico, escalou o time com: Murilo; Jancarlos, André Luís, Régis e Paulo César; Marcão, Sidney, Fernando Diniz e Jorginho; Magno Alves e Andjel.

A boa surpresa foi a escalação do centroavante sérvio Andjelkovic, ou simplesmente Andjel, que vinha treinando aceitavelmente, ganhando outra chance no comando do ataque.

Bola rolando, nosso time já partiu para a ofensiva. Logo no início, o próprio Andjel, em bela cabeçada após cobrança de escanteio, abriu o placar. Sua alegria na comemoração contagiou a todos, time e torcida.

O domínio do Fluminense era total. O adversário não se encontrava em campo. A maior figura do jogo era o lateral-esquerdo Paulo César, autor do nosso segundo gol. O placar não traduzia o andamento da partida, pois além de três bolas nas traves alvinegras, a certeza da vitória fazia com que a torcida não parasse de apoiar.

Murilo, o goleiro, quase não tocou na bola. O outro lateral, Jancarlos, e o meia Fernando Diniz, foram destaques importantes.

Nosso centroavante deu lugar ao meia-atacante Caio Ribeiro, atual "comentarista" da TV, que foi bastante participativo, mantendo o ritmo do time. Nos acréscimos, os remadores alvinegros conseguiram seu único gol. O placar fechou mesmo em 2 a 1.

Lamentavelmente, nosso bom time terminou a competição em terceiro lugar. Ficou um gosto de "quase título", uma vez que chegamos à semifinal, neste que foi o penúltimo Brasileiro antes da era dos pontos corridos.

Quanto ao boa-praça Andjel, atuou por quatro meses vestindo e honrando nossa camisa. Marcou três gols, em quinze partidas.

TOQUE SUTIL: Contagem

Faltam 218 dias para o Centenário do Estádio das Laranjeiras.

VOLTAR PARA EM FOCO
Compartilhe
  • Googlemais
comente
Distribuidora de Produtos Alimentícios e DescartáveisDistribuidora de Produtos Alimentícios e DescartáveisDistribuidora de Produtos Alimentícios e Descartáveis
©2017 OBSERVATÓRIO DO FLUMINENSE
Os Woden