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Olímpicos • Fonte: Comunicação FFC - Foto: Lucas Merçon / Fluminense F.C. • 09 mai 2017
Atletas do nado sincronizado falam sobre a conquista do Sul-Americano

A hegemonia sul continental em jogo. Das oito provas disputadas, vieram sete medalhas de ouro para o Brasil e uma prata. Na seleção campeã, quatro atletas tricolores e uma técnica. Anna Giulia Veloso e Rebecca Rodrigues pela categoria junior (de 16 a 18 anos), Lara Lindner e Lorena Leão no juvenil (atletas até 15 anos), comandadas por Twila Cremona ajudaram o país a manter a superioridade no nado sincronizado. Nesta segunda, 8, as nadadoras foram recebidas pelo vice-presidente de Esporte Olímpico, Márcio Trindade, e deram mais detalhes sobre a conquista, os planos para o futuro e a responsabilidade de defender o Tricolor.

- São muitas horas de treino, a vida que muda em função da carreira. Desde cedo aprendemos a ter responsabilidade, disciplina e nos tornamos muito exigentes. Me esforço para alcançar o melhor e uma honraria como o Señor de Sipan mostra que estou no caminho certo. Quero muito disputar uma olimpíada - disse Anna Giulia Veloso, que conquistou o prêmio de melhor atleta do campeonato, disputado em Cali (Colômbia), entre os dias 25 e 29 de abril.

Para Twila Cremona, técnica da equipe juvenil, o Brasil já se destaca entre os grandes do mundo:

- Conquistar um título Sul-Americano e superar a Colômbia, que é uma grande adversária, só mostra que estamos indo bem. O trabalho é intenso, mas elas caem na água sempre pensando em fazer o melhor. É o que esperamos de cada uma. A vitória é da união. Nos dedicamos muito para que tenham êxito. É um apoio para as coreografias, para os momentos de cansaço e para o que precisarem fora das piscinas também - explicou.

E é para que tenham cada vez mais suporte que o clube trabalha no projeto "Fluminense rumo a Tóquio 2020", que promete levar mais atletas tricolores para as próximas olimpíadas. Nos Jogos Rio 2016, foram nove representantes. Com a chegada dos novos equipamentos e a abertura de novas vagas nas escolinhas, o número só deve aumentar:

- Apostamos na base e confiamos nas atletas que cresceram conosco. Algumas terão totais condições para Tóquio e outras, pela pouca idade, têm tudo para brilhar em 2024. Até lá trarão muitas medalhas. Por isso é importante oferecer a melhor estrutura e profissionais que se esforçam e buscam extrair o melhor de cada um. Independente disso, queremos que todos se sintam felizes aqui e que tenham uma linda trajetória no esporte, que é transformador - disse o dirigente, que completou:

- Nosso papel é formar ídolos e cidadãos de bem. Tenho certeza de que levarão para a vida o que aprenderam no Fluminense. A semente está plantada.

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