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Na Mídia • Por Felipe Siqueira e Hector Werlang - GloboEsporte.com - Foto: EFE • 12 jan 2018
Quatro meses de imagem e um 13º ainda em atraso: a vitória de Scarpa na Justiça

O relatório do desembargador Alvaro Luiz Carvalho Moreira, do TRT da 1ª Região, explica como Gustavo Scarpa conseguiu a liberação do Fluminense via justiça. Depois de ter tido negada a rescisão contratual, o meia teve atendido o pedido por meio de um mandado de segurança.

A razão: apesar de ter feito pagamento para regularizar atrasados, o Tricolor não conseguiu quitar toda a dívida. Quatro meses de direito de imagem e um 13º salário ficaram em abertos, o que pesaram na nova decisão.

Ao entrar com a ação, em 22 de dezembro, Scarpa reclamou o não pagamento de: seis meses de FGTS, 13º e férias de 2016 e 2017 e quatro meses de direito de imagem.

No dia 3 de janeiro, o Fluminense pagou: todo o FGTS, as férias de 2016 e 2017, os salários CLT de novembro e dezembro e o 13º salário de 2017.

Continuam em aberto o direito de imagem dos meses de agosto, setembro, outubro e novembro de 2017 e o 13º salário de 2016.

O Fluminense esperava que o meia pudesse adotar a medida para tentar derrubar a decisão da juíza Dalva Macedo, da 70ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. A advogada do atleta, Larissa Coropreso Herrera, entrou com o mandado nesta quinta.

O Tricolor aguardava esta definição para poder avançar com as negociações com o São Paulo. Scarpa tinha contrato até 25/09/2020 e agora está livre. O valor da causa é de R$ 9.383.533,72.

 

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