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Debate • Fonte: GloboEsporte.com • 13 abr 2018
Após saída do Unido e Forte, grupo Flu 2050 se manifesta, e vices mantêm cargos

O grupo Flu 2050 se manifestou, na tarde desta sexta-feira, sobre os últimos acontecimentos políticos no Fluminense. Em especial, sobre a decisão do Unido e Forte, coalizão da qual faz parte, de retirar o apoio à gestão atual e pedir e renúncia do presidente Pedro Abad.

Na nota, a Flu 2050 afirma ter um viés "técnico, e não político" e, por isso, se compromete a continuar com suas cadeiras no Conselho Diretor. Os cinco vice-presidentes da Unido e Forte (Cacá Cardoso, Diogo Bueno, Idel Halfen, Miguel Pachá e Sandor Hagen) são do grupo e manterão seus cargos.

 

Vice-presidentes do Fluminense do grupo Flu 2050, da coalizão Unido e Forte:

Cacá Cardoso - Vice-Presidente Patrimonial

Diogo Bueno - Vice-Presidente de Finanças

Idel Halfen - Vice-Presidente de Marketing, Publicidade e Relações Externas

Miguel Pachá - Vice-Presidente de Interesses Legais

Sandor Hagen - Vice-Presidente de Governança

 

Nesta sexta-feira, às 18h, haverá uma reunião do Conselho Diretor do clube, formado pelo mandatário e pelos vices. O encontro já estava previamente marcado, mas será aproveitado para debater a situação política atual do Tricolor.

 

Confira a nota oficial:

Diante dos recentes acontecimentos e fatos, o grupo FLU 2050, se manifesta da seguinte forma:

Apesar de fazer parte da Unido e Forte, entre outros grupos, o FLU 2050 tem em sua formação um viés técnico e não político.

Nosso objetivo sempre foi de ajudar a implementar uma gestão profissional e moderna a partir de novas regras de governança e transparência.

Para tanto, trabalhamos para oferecer à gestão os melhores profissionais de nossos quadros, com experiência comprovada, para cada cadeira que nos foi oferecida no Conselho Diretor, aceitando o desafio de modificar o cenário caótico herdado da gestão anterior.

Estivemos sempre juntos, incansavelmente, no enfrentamento da tempestade, jamais por nós imaginada, justamente por acreditarmos na intenção dessa gestão em avançar rumo às mudanças estruturais desenhadas pela Ernest Young e pelas comissões internas. E, para que se tornem efetivas, essas mudanças precisam ser ainda reguladas, solidificadas e legitimadas, com a reforma do estatuto.

Forçoso reconhecer que isso não é um processo simples. As mudanças necessárias batem de frente com o interesse dos que preferem a ineficiência e a manutenção dos processos internos na forma que hoje estão.

E, mesmo reconhecendo a vontade do presidente Abad em romper com essa cultura antiga, e de alguns assuntos terem sido efetivamente trazidos para análise do colegiado, a partir da nossa implementação de novas regras para os Comitês, outros temas sensíveis que comprometem nossos esforços e que nos colocam em situações delicadas, infelizmente, ainda são decididos unilateralmente, de forma contrária ao que aconselhamos.

Apesar do incômodo, sempre nos mostramos disponíveis para juntos dividirmos o pesado ônus, decorrente dessas decisões, e levar o Fluminense adiante.

Nossa luta é também por um legado de transparência. Em recente reunião do Conselho Diretor foi por nós apresentada, e já aprovada, proposta de adoção do Documento Interno de Memória - DIM, que materializará os aspetos subjetivos e técnicos de todos os contratos firmados, mantendo-se preservado o histórico das obrigações assumidas em nome do Fluminense, com as assinaturas dos agentes envolvidos. Isso significará a oportunidade de futuros gestores terem instrumento oficial para verem esclarecidas eventuais dúvidas, como as que hoje nos atormentam, sem que encontremos as respostas.

A única política que nos interessa é o Fluminense. Firme, transparente, com um futebol forte, administração lisa, responsável e totalmente comprometido com a recuperação de nossa grandeza.

Para isso, vamos continuar buscando, de forma respeitosa, mas incessante, influenciar a gestão nas mudanças imediatas que ainda se fazem necessárias para atingirmos o nosso objetivo.

O FLU 2050 nasceu para pensar no futuro e estará sempre presente na luta por um Fluminense melhor.

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WELLINGTON SOUZA - 13/04/2018 às 17h47
NÃO SÃO RESPONSÁVEIS PELOS ATOS DO INCOMPETENTE ABAD, MAIS NÃO LARGAM OS CARGOS COMO SE ELES NÃO FIZESSEM PARTE DA DIRETORIA, É ISSO MESMO OU ESTOU DOIDO E NÃO ENTENDI DIREITO.
VCS SÃO TÃO OU PIORES QUE ELES.
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