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Debate • Redação do Observatório do Fluminense • 05 jul 2018
A Flusócio, como sempre, inventa a sua verdade para esconder os seus dejetos (da Redação)

Foi com muita indignação que o grupo “Fluminense Unido e Forte” se deparou ontem nas redes sociais com o covarde e reles ataque por parte de membros e simpatizantes da Flusócio (ou do que resta dela), onde os mesmos acusavam de forma rasteira, vil, o “Unido e Forte” de ter planejado e comandado o protesto realizado pela torcida do Fluminense, na noite da última terça-feira, diante da sede do clube.

Em seu último Editorial, publicado também na tarde de ontem, o Observatório do Fluminense não coadunava com qualquer tipo de violência praticada, da mesma forma que entende que a nossa torcida não suporte mais a gestão Pedro Abad e menos ainda o estilo Flusócio de ser.

E como o estilo de vida da Flusócio foi o de sempre se vangloriar das vitórias do Fluminense e, como seres pusilânimes enquanto grupo que são, externalizam (como dizem seus ex-componentes) as suas próprias culpas e erros, se transformando em sofrentes, vestidos com as carapuças da vitimização.

Não cabe a este Observatório do Fluminense se prolongar diante de um grupo que não admite a sua morte enquanto os conceitos que precederam os ideais da sua fundação.

Mas cabe a este portal não se esconder diante do cafajestismo desse grupo, que depois dos seus últimos dissensos, passou a assumir que tem donos que de forma monocrática (estilo Pedro Abad de gerir) resolveram atropelar o próprio comitê de direção.

Não esqueçamos que antes de atirar as pedras farsantes, a Flusócio deveria explicar a quantidade de funcionários que passaram pelo Fluminense e os que ainda estão nos quadros do clube, que saíram dos seus quadros. O que levou o clube a contratá-los, se foi currículo ou se foram por indicações do estado maior do grupo político ou por serem amigos de longa data do ex Presidente Peter ou do atual Pedro Abad. 

Ou se essas contratações foram os custos das campanhas de 2010, 2013 ou 2016? 

Quais foram os custos dos Gerentes de Arena, dos Marketings de ocasião, dos cargos inventados? 

Quanto custaram aos cofres do Fluminense as invenções de ter como executivos do futebol profissional os senhores Fernando Simone e Marcelo Teixeira? O que fizeram de positivo, quais jogadores e treinadores contrataram? Que tal o Robinho e o Ricardo Drubscky?

A Flusócio tem que explicar por que assinou embaixo de todos os erros cometidos pelo ex Presidente Peter Siemsen, sendo conivente e dando crédito às contas fantasmagóricas, a prestações mentirosas, tanto de realizações, como de sucessos alcançados.

Tem que explicar a Flusócio por que aprovou as contas de 2016 com a desculpa de que o Peter era intocável e que não queriam parar o clube.

Devem satisfações a todos os Tricolores sobre por que os Conselho Fiscais dirigidos pela Flusócio foram omissos e se calaram diante de enormes prejuízos financeiros ocasionados, com elevação do montante das dívidas, pelo ex Presidente Peter Siemsen e pelo atual Pedro Abad.

Devem explicações quanto aos gastos realizados com o Samorin, assim como na efetivação de mais de 120 contratos nos últimos anos de jogadores que não servem nem para jogar no Rosita Sofia de mil novecentos e vovô garotinho.

Eles devem explicações à torcida do Fluminense por qual razão chamaram o grande Tricolor Celso Barros de BOICOTADOR, mesmo depois que o próprio, através do patrocínio da UNIMED, nos levasse a 6 anos (de 2007 a 2012) de históricas conquistas, além de uma participação inesquecível na Libertadores da América de 2008. Além do que o patrocinador, também posteriormente traído, foi figura chave na eleição e na reeleição do ex Presidente Peter Siemsen.

A Flusócio tem que vir a público e falar a plenos pulmões por que razão está boicotando o relatório da Ernst & Young, por que o Presidente Pedro Abad TRAIU os acordos de campanha, por que o referido sujeito não cumpre o estatuto do clube.

Tem que dar a cara a Flusócio e falar ao mundo o porquê do esvaziamento do quadro de sócios do clube, além do completo abandono da vida social do mesmo.

Poderíamos ficar listando eternamente os erros cometidos por esse grupo que nos dias de hoje dogmaticamente tem proprietários e povaréu ilusionado.

Assumam os seus erros e desapareçam do Fluminense, esse é o desejo da torcida e dos sócios do Fluminense.

Não serão fakes, haters de aluguel, nem gente manipulada que fará com que o “Unido e Forte" se cale.

De nada serve o discurso cheio de mendacidades que os seus donos utilizaram na reunião do Conselho Deliberativo. A Flusócio é, mais do que uma carta, um baralho virado travestido de hipocrisia e no seu atual espaço tem o mesmo valor do que o abraço de um leproso.

Fiquem tranquilos porque o “Unido e Forte” sabe reconhecer o seu erro: ter acreditado que estava diante de pessoas sérias e que realmente queriam transformar o Fluminense.

O “Unido e Forte” pensou que estava lidando com pessoas de bem, mas não precisou de mais de um ano para descobrir que do outro lado da mesa o que em realidade existiam eram vampiros, sanguessugas do maior sentimento dos Tricolores: o Fluminense Football Club.

E pelo Fluminense ninguém nos calará!

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Daros - 12/07/2018 às 17h00
"Não serão fakes, haters de aluguel, nem gente manipulada que fará com que o “Unido e Forte" se cale."
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José Roberto - 09/07/2018 às 11h13
Até que enfim que alguém fala as verdades a esse pessoal. Fora Abad e Fora Flusócio
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Alexandre Carvalho - 05/07/2018 às 20h59
Fora Abad!

Fora Flusócio!
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Fábio Ribeiro - 05/07/2018 às 19h21
O que resta da Flusócio não é muito mais do que está na foto acima. E são dois dos principais culpados pela situação atual.
Responder
M.Freire - 05/07/2018 às 15h57
Parabéns Observatório do Fluminense pela correção e independência.

Apoiou quando tinha que apoiar e critica quando tem que criticar.

Chega de Flusócio no Fluminense.
Responder
Felix Torres - 05/07/2018 às 15h42
Parabéns ao Observatório do Fluminense por enquadrar essa gentalha da Flusóco
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