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Debate • Por Cezar Motta - Sempreflu - Foto: Mailson Santana - Fluminense F.C. • 06 ago 2018
Castigo para a covardia (por Cezar Motta - Sempreflu)

Perdão, amigos, mas esta vai ser uma crônica escrita em momento de frustração, de um empate com cara de derrota. Por isso, é um texto meio raivoso, quase irracional.

Texto de torcedor. Marcelo Oliveira, vá à PQP! Decisão covarde, de técnico medíocre, fracassado: tirar Marcos Júnior e pôr Richard!

Isso explica muito sobre o nosso técnico. A razão de ficar sem clube depois de ganhar dois títulos brasileiros com o Cruzeiro e uma Copa do Brasil com o Parmêra – mesmo sendo essa Copa vencida no apito, na roubalheira.

Perdemos o jogo ali. O cara desistiu de tentar o segundo gol e matar o jogo. Preferiu pôr todo o time para trás.

Marcos Júnior está cansado? Que pusesse então o Everaldo (que só entrou depois), o Luciano ou o Pablo Dyego (contra quem o Marcelo parece ter implicância, perseguição).

Ali, ele sinalizou para os dois times: não queremos mais jogar. Vamos tentar garantir o empate. Isso deu força e moral ao Bahia, que jogou como time grande, enquanto nós ficamos como o time pequeno, covarde, cagão.

Jamais vou me conformar com isso, com um técnico com esse espírito. Vá à merda, Marcelo!

Falei dois parágrafos atrás: “perdemos o jogo ali”. Sim, porque empatar com o Bahia em casa, daquele jeito, depois de estar vencendo até quase o final, é uma derrota. É uma humilhação.

Com o perdão do Bahia, um time tradicional. Marcelo, seu covarde! De novo: vá à merda!

Por que esse cara tem implicância com o Pablo Dyego? Um jogador que entra no segundo tempo com incrível velocidade e força física! O Marcos Júnior e o Mateus Alessandro estavam mortos. Claro que a opção mais lógica, de quem tem espírito vencedor, é lançar o Pablo Dyego.

O Bahia nem merecia o empate. Merecia vencer. Arriscou, partiu para cima, não sossegou enquanto não conseguiu o empate. Continuamos aquele mesmo time covarde, que desiste do jogo quando consegue uma pequena vantagem no placar.

Claro que isso é reflexo de uma diretoria frouxa, lamentável, que só transmite desânimo ao time e à torcida. Mas um técnico de personalidade tem que passar por cima de tudo isso. Empatar em casa com o quase vice-lanterna, depois de ter o jogo na mão, é de matar de raiva!

Vemos o Aírton, um bom jogador, com um pneu de trator na cintura. Gordo, lento. Um time morto em campo, contra um Bahia voando nos últimos 20 minutos de jogo. Sabemos todos o que funciona e o que não funciona no Fluminense. Mas os erros continuam.

Por que o Marcelo Oliveira tem implicância com o Pablo Dyego? Tudo bem, sei que não é um jogador brilhante. Mas quando o time se arrasta em campo, lento, morto, defensivo, é hora de pôr alguém veloz, que preocupe a defesa adversária. Que crie jogadas. Não sabemos nem armar um contra-ataque decente.

Nosso destino, pelo jeito, é mesmo disputar o velho torneio paralelo lá de baixo, contra Ceará, Paraná, Chapecoense, Sport e Vitória. A turma que briga todo ano para não cair. Assim como nós.

Para isso, nem precisamos de um técnico caro. Joel Santana resolveria.

Covardes! Cagões!

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