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Artigos • Por João Garcez - blog Terno e Gravatinha - Foto: Lucas Merçon - Fluminense F.C. • 10 set 2018
Vovô tricolor ri por último (e primeiro também) (por João Garcez - blog Terno e Gravatinha)

Na série de partidas do Clássico Vovô disputadas no Maracanã em 2018, só deu Flu. No último domingo, tornou a vencer seu mais antigo entre seus tradicionais adversários, com um gol do zagueiro Digão. Em março, o Tricolor goleou o Botafogo na decisão da Taça Rio, por 3 a 0, assim como já o havia quase superado, antes, na Taça Guanabara, também com outro gol de um zagueiro, Ibañez, inexplicavelmente anulado pelo árbitro.

Com seu mais recente triunfo, o Fluminense chegou aos 31 pontos e subiu à nona colocação do Campeonato Brasileiro. Além de seu zagueiro artilheiro, o goleiro Rodolfo, que no intervalo entrou no lugar de Júlio César, machucado, foi o nome da partida, ao defender um pênalti cobrado por Rodrigo Lindoso aos 40 minutos do segundo tempo.

Dependente químico e ex-usuário de drogas, o goleiro tricolor fez um discurso emocionante ao fim da partida, que deveria servir de inspiração e reflexão aos seus companheiros de profissão nestes tempos de intolerância pelo país e batalhas campais no futebol, como vimos na rodada deste fim de semana.

A vitória traz mais tranquilidade a todos no Fluminense, que terá a semana livre para treinos até o difícil desafio do próximo domingo, contra o Atlético-PR, na Arena da Baixada. Quem sabe até lá, a malfadada diretoria do clube ao menos pague um dos meses de salário atrasados dos dignos profissionais que integram o seu quadro.

Que, apesar de honrados, sem Pedro, Sornoza e Gilberto, ficam a dever – e muito – no que diz respeito à arte de jogar futebol.

Mas, ante a atual conjuntura tricolor, isso são outros quinhentos.

 

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