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Artigos • Por João Garcez - blog Terno e Gravatinha - Foto: Mailson Santana - Fluminense F.C. • 08 nov 2018
Confronto aberto dá esperanças ao Flu (por João Garcez - blog Terno e Gravatinha)

O Atlético-PR teve a faca e o queijo na mão para liquidar o confronto ante o Fluminense.

Entre bolas na trave, chances reais de gol e defesas inacreditáveis de Júlio César, foram pra lá de dez oportunidades as que o Furacão teve para deixar o campo da Arena da Baixada com uma vantagem que lhe permitiria vir até fazer turismo no Rio de Janeiro.

Teve. E como teve. Mas não as aproveitou.

Deu, então, ao Flu a chance de buscar a vaga para a final dentro de um Maracanã lotado por sua galera.

Gum, na saída de campo, foi o primeiro a mobilizar: “Agora é lá, agora é lá”.

O 2 a 0 contra está longe de ser algo confortável. Como não marcou fora, se sofrer um gol em casa, o Flu se verá obrigado a marcar quatro vezes para avançar.

O lado bom da história é que, como mandante, a defesa tricolor está invicta na Copa Sul-Americana em jogos realizados no Maracanã. A exceção foi o gol marcado nos minutos finais pelo Nacional na fase passada, mas o jogo foi no Engenhão.

Também no Maracanã, o Flu venceu sempre por no mínimo 2 a 0, resultado que, no mínimo, garante a disputa por pênaltis – foi assim contra Defensor (URU) e Deportivo Cuenca (EQU). Contra os bolivianos do Nacional Potosí, o placar foi ainda mais elástico: 3 a 0.

Verdade que confrontos passados nada garantem, mas os números, sim, servem como demonstrativo da performance do time na Copa, revelando uma tendência.

Acresce que a torcida do Fluminense deverá entupir o Maracanã e empurrar o time do primeiro ao último minuto.

No dia 28, deveremos ver um time jogando em alta voltagem contra outro que desejará ardorosamente ver o cronômetro passar depressa.

No jogo de ida, em Curitiba, à exceção do goleiro Júlio César, responsável por manter o time vivo no confronto, atletas que se destacaram em outras jornadas, desta vez, não estiveram bem, casos de Jadson, Ayrton Lucas, Sornoza, Luciano e Everaldo, que cometeu o pecado fatal de não rolar para o meia equatoriano a mais cristalina chance de gol do Fluminense na partida.

O gol do Flu àquela altura cairia do céu, porque o time, nem de longe, conseguiu exercer a pressão que fez no Nacional uma semana atrás.

Pelo contrário: o Flu, na maior parte do tempo, se viu em apuros na grama sintética da Arena, ao encontrar resistências nas laterais, um de seus pontos fortes, e se ver sempre em inferioridade numérica no meio.

O 2 a 0, repito, saiu barato e deu a chance de o Flu trazer para sua casa a decisão da vaga.

Antes, porém, o Flu tem compromissos importantes pelo Brasileiro, como o deste domingo, contra o Sport, também no Rio.

E é pra lá que deve virar agora a mirada de Marcelo Oliveira, que tem adoração por Júnior Dutra, e companhia.

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